Tempo não, mas Iroko é Orixá.

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A mistura de informações entre os cultos transformou “Iroko” em “Tempo”, este último se refere a uma divindade de origem banta conhecida como “Tembo” e ficou sendo “Tempo” por erro de assimilação de cultura religiosa.

Se você cultua Orixá, então você cultua “Iroko”, Orixá que habita a árvore de “Akoko”, em que os iorubás lhe prestam muitos cultos, pois é um Orixá importante dentro do culto.

Mas se vierem lhe falar do “Tempo”, vamos rever este termo, pois que está errado e continua a persistir nos templos mais organizados.

Se você pertencer à nação “Angola” do afro-brasileiro, então você cultuará a divindade que tem a ver com o tempo e que se chama “Tembo”, apenas isso e mais nenhum segredo dentro do culto.

“Iroko” para alguns cultuadores é um Orixá masculino e para os outros é conhecido como feminino, por isso ele pode ser considerado de certa forma em um Orixá que pertence ao espaço da androgenia, pois possui característica andrógina, dentro do culto ao Orixá.

Não procuramos censurar ninguém apenas constatamos divergências e que devemos apurar e analisar de forma a tecer comentários positivos sobre tais polêmicas do conhecimento em que Orixá está inserido e neste caso é de “Iroko” que estamos comentando.

“Iroko” rege o tempo e as coisas que amadurecem nele, e seu culto no Brasil ainda é mal entendido e pouco conhecido em termos de conhecimentos mais profundos, pois como dissemos existe ainda o erro cultural em chamá-lo de “Tempo” e todo mundo já ouviu falar: “Olha a bandeira branca de “Tempo”!”, pois que todo o templo de Orixá afro-brasileiro possui a bandeira de “Iroko”, como símbolo de que se trata de um templo que cultua Orixá, e sendo da nação Keto.

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